..:: N O S S O S P R O J E T O S ::..www.arquitetamarci.com.br

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

SOMOS 7 BILHÕES!

Hoje dia 31 de outubro, segunda-feira, somamos 7 (sete!) bilhões de seres humanos dividindo espaço, recursos e alimentos neste planeta. Não é mera previsão, é fato. Está, inclusive, no Relatório sobre a situação da população mundial 2011 –  minucioso estudo do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA), divulgado esta semana.

Vamos ter que exercitar ainda mais aquela premissa de que é preciso respeitar para ser respeitado. Isso vale para tudo: o vizinho, o filho, o motorista do lado, o meio ambiente. Porque senão, vai ficar difícil conviver diante dos “desafios da nova era" . é importante que as pessoas estão peçam mudanças.
Os oito capítulos desse estudo sobre o RELATORIO MUNDIAL incluem temas como a juventude, que já soma mais de 2 bilhões de pessoas, o envelhecimento de uma parcela cada vez maior da população mundial e as altas taxas de fertilidade. Aborda também questões como segurançapobreza,migraçõesurbanização e o crescimento das cidades, que envolvem mais nossa área...além de como compartilhar com essa multidão os recursos do planeta, cada vez mais explorados e escassos.
Merece ser lido – nem que seja apenas os primeiros parágrafos de todos os seus capítulos – para ter uma visão geral do porque é preciso praticar a sustentabilidade, mudar hábitos, racionalizar a forma como vivemos. Já no prefácio da publicação, é sugerido“Ao invés de indagar questões como ‘Somos uma população grande demais?’ deveríamos perguntar: ‘O que posso fazer para melhorar o mundo em que vivemos?’ ou ‘Como podemos transformar nossas cidades em constante crescimento em forças a  favor da sustentabilidade?’” Fico pensando daqui a 10 anos, com esses bilhões de pessoas...o mundo estará pior? devemos ser otimistas,mas...está difícil...meu medo é q o ser humano, adaptável como é, consiga viver em condições cada vez piores (como em alguns países ou mesmo Brasil).... afinal a raça humana se adapta e sobrevive a tudo. Racionalizar e praticar a sustentabilidade é questão de honra para essa nova geração que está chegando...

quinta-feira, 16 de junho de 2011

CLINICA OFTALMOLOGICA

Um dos grandes desafios em se trabalhar com projetos voltados á saude, é a compatibilização entre seus varios setores que são conjugados e ao mesmo tempo devem manter-se distantes, complexo?!sim. O local deve incluir resumidamente: área de atendimento+ área de trabalho +  e funcionalidade em tudo. Neste projeto, para atender á uma Clinica Oftamologica com consultórios e salas cirurgicas, propusemos estabelecer clareza entre os ambientes, utilizando a circulação como uma ferramenta a nosso favor, pois intermediaria todos estes setores básicos: o atendimento, os consultórios com áreas de ventilação, jardim de inverno e outra recepção que acessa o setor cirurgico. A vigilância sanitária é bem rígida nestes setores, as normas devem ser seguidas com exatidão, em se falando do projeto arquitetônico e da execução propriamente dita, pois envolve normativas para revestimentos, disposição de lay out mobiliário, além das dimensões mínimas dos diversos subsetores como depositos, sanitários, centro esterilização , etc, que devem ser seguidos milimetricamente.
Os detalhes são acompanhados deste o inicio do projeto e sair para a execução com tudo definido, pois em projetos voltados a saude podem existir muitos contratempos como em diversos projetos, envolvendo ventilação, ar condicionado que não atende a dimensão, piso que não é antiderrapante, tipos de tintas e textura laváveis ou não, e por aí...detalhes que não acabam mais.... Mas são importantes demais pois trabalharão diretamente com a saúde das pessoas. A especificação detalhada no memorial é o grande detalhe que faz com que tudo seje agilizado durante a execução. Projetos são desafios, um prazer imenso em vê-los executados!!!
Clinica: durante a obra


Finalizando...

 

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Meio Ambiente: Calor pode acelerar extinção

Espécies já chegaram a seus limites

Animais e plantas podem não se desenvolver para sobreviver à ameaça da mudança do clima, diz um novo estudo da Universidade da Califórnia-Davis. Uma equipe estudou um pequeno animal marinho durante múltiplas gerações para ver se ele podia se adaptar ao aumento de temperaturas. E descobriu que o crustáceo copépode Tigriopus californicus, que é encontrado na costa oeste americana desde o Alasca até Baja California, mostrou pouca capacidade de desenvolver tolerância ao calor. 

"Esta é uma questão que muitos cientistas vêm fazendo", diz Eric Sanford, co-autor do estudo. "Organismos têm a capacidade de se adaptar à mudança do clima em uma escala de décadas?" A pesquisa, publicada no  Proceedings of the Royal Society B, sugere que muitos organismos já chegaram a seus limites ambientais. O minúsculo animal foi coletado de oito locais. Com vida curta, foram colocados em laboratário, observados por dez gerações e sujeitos ao estresse do calor. Depois de examiná-los, os cientistas dizem que muitos animais já estão em seu limite ambiental e que a selação natural não necessariamente os resgatarão. 

No começo, os copépode de locais diferentes mostraram pouca variabilidade na tolerância ao calor. Mas dentro destas populações, os pesquisadores aumentaram apenas meio grau centígrado durante as gerações observadas. Na maior parte dos grupos, a tolerância ao calor chegou ao limite muito antes deste ponto. Embora os copépodes sejam espalhados geograficamente, suas populações são muito isoladas, confinadas a um único afloramente rochoso, de onde as ondas os carregam entre poças, informa o Dayli Mail
 
"Afirma-se que espécies disseminadas têm muita capacidade genética para funcionar, mas este estudo mostra que isto pode não ser assim", afirma o co-autor Rick Grosberg. Muitas outras espécies de animais, pássaros e plantas passam pelo estresse da mudança do clima, e seus habitats também foram fragmentados pela atividade humana, acrescentou."O ponto crítico é que muitos organismos já se encontram em seus limites", diz ele, no estudo financiado pela Fundação Nacional da Ciência do EUA.
 


 

terça-feira, 5 de abril de 2011

FEICON 2011 - CONSTRUÇÕES RÁPIDAS

Aconteceu em março mais uma edição da FEICON, o Salão Internacional da Construção 2011 no Anhembi, muitas foram as novidades este ano. Uma das coisas que me chamaram a atenção neste salão, foram as várias empresas voltadas á sustentabilidade, coisas que em edições anteriores quase não víamos; Meio ambiente deixou de ser modismo para virar prioridade, mesmo que tenha o marketing embutido.
Lançamentos e mesmo equipamentos que ja estavam no mercado, mas que principalmente possuem em seu segmento questões voltadas a gestão de resíduos, tratamento de esgoto, reuso de água, aquecedores solar, escoras metálicas. Há também os voltados ás questões estéticas, como arquitetura e design, e principalmente construtivos.

INTERESSANTES:   CASA EM STELL FRAMING: RAPIDÍSSIMA NA EXECUÇÃO
CONSTRUÇÃO A SECO


A PAREDE COMO UM SANDUÍCHE, É FORMADA POR VÁRIAS CAMADAS, SISTEMA DE CONSTRUÇÃO A SECO


AS PAREDES EM OSB E REVESTIMENTO EM WOOD FRAME

STELL FRAMING: CASA PRONTA EM 8 SEMANAS

CASA EM BLOCOS CERÂMICOS: PRONTA EM 5 DIAS





CASA ABMACO: Com paredes formadas por painéis sanduíche de compósitos (plástico reforçado com fibras de vidro-PRFV), poliestireno (EPS) com células fechadas e poliuretano (PU), a casa apresentada na Feicon custa R$ 26 mil e fica pronta em três dias. Segundo o fabricante me informou: "Além de maior resistência ao fogo e ao impacto, configurações como essa melhoram a sensação de conforto térmico e acústico dos moradores"





terça-feira, 22 de março de 2011

Dia Mundial da Água - 22 de março

ENQUANTO PEQUENAS COISAS VITAIS NÃO FOREM VALORIZADAS, O MEIO AMBIENTE CONTINUARÁ A SER DEGRADADO...
A ÁGUA POR EXEMPLO, NÃO SE VALORIZAM A ÁGUA, ESSE LÍQUIDO QUE É VITAL AO SER HUMANO...

NO BRASIL TEMOS MUITO QUE EVOLUIR, EM SE FALANDO DE URBANISMO E SISTEMAS BÁSICOS DE SOBREVIVÊNCIA

O Dia Mundial da Água - 22 de março - serve mais de alerta do que propriamente para comemoração no Brasil, quando se trata de esgotamento sanitário, apesar de melhoria relativa apresentada em vários municípios brasileiros, nos últimos anos. O país apresenta desempenho pífio, nesta área, de acordo com os percentuais de cobertura registrados pela PNSB – Pesquisa Nacional de Saneamento Básico 2008. Apenas 55,2% dos municípios mantêm coleta de esgoto pela rede geral e 1/3 fazem o tratamento. As populações mais vulneráveis ficam em regiões periféricas e nas zonas rurais, principalmente nas regiões Norte e Nordeste. Com esse quadro, fica difícil se atingir as metas dos ODM – Objetivo de Desenvolvimento do Milênio, da ONU – Organização das Nações Unidas, até 2015.

Entre as metas, está reduzir em 2/3 a mortalidade infantil de crianças menores de cinco anos, e à metade, a proporção da população sem acesso permanente e sustentável à água potável segura e esgotamento sanitário, entre 1990 e 2015.


NÃO DA PARA ACREDITAR QUE METADE DO BRASIL NÃO POSSUI SISTEMA DE ESGOTO SANITÁRIO, ISSO É SECULO 21?
No 4º Relatório Nacional de Acompanhamento dos ODM do final do ano passado, consta que o Brasil urbano mantém indicadores abaixo de países como Jamaica, República Dominicana e Territórios Palestinos. Já a área rural é comparada às africanas.

O Brasil ainda tem um longo caminho para efetivar as propostas constantes na Política Nacional de Saneamento Básico*, de 2007. O Ministério das Cidades atualmente elabora o Plano Nacional, para implementar a legislação. Enquanto isso, mantém campanha de sensibilização dos municípios, por meio do Plano de Saneamento Básico Participativo.

“O impacto ambiental é brutal. As regiões metropolitanas têm esgoto in natura nos cursos d´água, que impactam a saúde da população”.

Os municípios gastam os poucos recursos de que dispõem em saúde corretiva, em vez de preventiva, como no combate à diarréia, ao cólera, à hepatite e à verminose, como levantado na Pesquisa de Esgotamento Sanitário Inadequado e Impactos na Saúde da População*, pelo Tra ta Brasil.  “Como obra de esgoto é sem charme, escondida embaixo da terra, deixou de ser prioridade neste país. Hoje, o Trata Brasil desenvolve várias pesquisas para mobilizar a população para o problema. Uma das razões é a falta de prioridade que as pessoas dão para o assunto, principalmente aqueles que não têm acesso ao serviço”. Em sua opinião, é importante que as pessoas à questão de que saneamento, educação e saúde estão interligados. “As doenças atingem principalmente crianças até cinco anos de idade”.

O presidente do Trata Brasil relata que, em muitas áreas carentes do serviço, moradores se habituam às valas negras, no seu dia a dia. “Daí cobram outros serviços, como asfaltamento, escolas mais próximas, que também são prioridades”.


 A ÁGUA POTÁVEL DEVERIA SER BENEFÍCIO DE TODOS, E O ESGOTAMENTO SANITÁRIO CONSEQUÊNCIA.

quarta-feira, 16 de março de 2011

CRESCIMENTO DO USO DAS ENERGIAS LIMPAS

O crescimento do uso das energias limpas poderá ser o ponto positivo de toda essa tragédia no Japão.
 A crise nuclear no Japão pode ser encarada como um daqueles momentos decisivos onde a sociedade deve decidir por qual caminho irá seguir.






Muitos países apostam na energia nuclear como uma das alternativas mais viáveis para se livrar da dependência dos combustíveis fósseis. União Européia, Estados Unidos e até o Brasil tem planos de expansão no número de usinas, que são também vistas como uma saída para frear o aquecimento global, por não emitirem gases do efeito estufa. Porém, o vazamento de material radioativo na usina de Fukushima, cujas consequências ainda não estão claras, pode alterar todos esses planos.


De agora em diante, mesmo se os países resolverem dar prosseguimento aos seus programas nucleares, eles deverão enfrentar uma oposição mais forte de setores da sociedade que preferem opções mais seguras de geração de eletricidade. O que pode representar uma oportunidade de crescimento para as energias renováveis, como solar e eólica.


Quem já percebeu isso foram os investidores internacionais, que estão promovendo uma verdadeira corrida pelas ações de empresas de energia limpa. Algumas delas ultrapassaram altas de 70% apenas nesta segunda-feira.

A indústria de energia renovável movimentou US$ 188 bilhões em 2010 e tem tudo para ir muito além disso em 2011.


Infelizmente a nossa história mostra que são precisos grandes traumas para provocar as mudanças necessárias na sociedade. O crescimento do uso das energias limpas poderá ser o ponto positivo de toda essa tragédia no Japão.

by Carbono Brasil

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Residencia Fotos da Obra...

Aqui algumas fotos da construcao ja em fase de acabamentos...
Espaco da Area de lazer...